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Ela vendeu uma empresa aos 24 anos e conta o que aprendeu sobre felicidade e sucesso

Ao contrário do que Alexa D'Agostino imaginava, deixar de ser CEO para ter mais tempo não trouxe a felicidade imediata. Alexa D'Agostino tinha apenas 24 anos quando vendeu o seu negócio por alguns milhões de dólares. Mas, ao contrário do que ela i...

Ao contrário do que Alexa D'Agostino imaginava, deixar de ser CEO para ter mais tempo não trouxe a felicidade imediata.

Alexa D'Agostino tinha apenas 24 anos quando vendeu o seu negócio por alguns milhões de dólares. Mas, ao contrário do que ela imaginava, deixar de ser CEO para ter mais tempo não trouxe a felicidade imediata. Questionando a relação entre dinheiro e felicidade, ela chegou a uma conclusão. “Não é o dinheiro que traz felicidade, mas sim a felicidade que traz dinheiro. Essa felicidade, por sua vez, é derivada de ajudar os outros”, diz à Entrepreneur.

Mas não foi um caminho fácil até entender isso. Na verdade, ela considera que três fatores a ajudaram a redefinir o sucesso.

Autocuidado

Para D'Agostino, a felicidade vem de uma mente sã conectada com o corpo. O primeiro passo para a felicidade é cuidar do seu bem-estar físico. "Isso inclui não apenas se manter hidratado, dormir pelo menos 8 horas por dia e outras coisas que você pode ouvir de um médico, mas também exercícios, meditação, ioga e outras práticas que o ajudam a relaxar."

Gratidão

A busca por bens materiais acabará com você conseguindo o carro dos seus sonhos, comprando uma casa nova ou satisfazendo qualquer outro desejo. Quando isso acontecer, muitas pessoas vão se acostumar com esses objetos — que não causarão mais felicidade. 

É por isso que precisamos nos concentrar no que temos no momento, tirando os bens materiais. “Para mim, são a minha família e amigos que tornam esta jornada muito mais fácil, especialmente quando estou pasando por dificuldades, que são muitas para quem é empresário”, diz D'Agostino.

Não tentar impressionar os outros

Muitas pessoas gastam para comprar coisas que não precisam com o objetivo de impressionar os outros. Mas isso não traz felicidade. 

É por isso que precisamos nos concentrar no que temos no momento, tirando os bens materiais. “Para mim, são a minha família e amigos que tornam esta jornada muito mais fácil, especialmente quando estou pasando por dificuldades, que são muitas para quem é empresário”, diz D'Agostino.

Não tentar impressionar os outros

Muitas pessoas gastam para comprar coisas que não precisam com o objetivo de impressionar os outros. Mas isso não traz felicidade. 

"Tentar impressionar os outros é o principal culpado de uma vida infeliz porque, em vez de satisfazer seus próprios desejos, agora você está tentando atender a alguns critérios imaginários para os quais nem sequer se inscreveu."

Fonte:https://revistapegn.globo.com/Administracao-de-empresas/noticia/2021/07/ela-vendeu-uma-empresa-aos-24-anos-e-conta-o-que-aprendeu-sobre-felicidade-e-sucesso.html

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